Goiás registra mais de 9 mil mortes em 2025 por infarto, insuficiência cardíaca e AVC

Silenciosa, comum e muitas vezes negligenciada, a hipertensão arterial segue como um dos principais gatilhos para duas das doenças que mais matam no país: infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Só em 2025, o Brasil registrou 177.810 mortes por infarto e 104.363 mil por AVC, segundo levantamento da Organização Nacional de Acreditação (ONA), com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde (DATASUS). Os dados incluem diferentes tipos de eventos cardiovasculares e reforçam o tamanho do problema: foram ainda 64.133 óbitos por insuficiência cardíaca. Para 2026, os números ainda estão em consolidação, mas já indicam a continuidade do cenário preocupante. Total de 346.306 óbitos por infarto, AVC e insuficiência cardíaca. Em Goiás, foram registrados 4.678 óbitos por infarto; 2.728 por AVC e 1.717 por insuficiência cardíaca, totalizando 9.123 mortes. Uma doença silenciosa e perigosa A hipertensão é considerada uma doença silenciosa justamente porque, na ma...

Presença feminina nas áreas de ciência e tecnologia ainda é pequena, mas iniciativa privada pode mudar essa realidade

Criado para reconhecer o papel fundamental das mulheres na ciência e tecnologia, o Dia Internacional das Mulheres na Ciência, comemorado em 11 de fevereiro, destaca a importância da participação da presença feminina nessas áreas. Instituída há 10 anos, a data ainda destaca o longo caminho necessário para alcançar a igualdade de gênero nesses campos, já que a realidade ainda não é igualitária. Segundo um levantamento realizado em 2024 pela Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, apenas 0,07% da representação no setor de tecnologia era feminina.

“Esse dado reforça a necessidade de promover a diversidade de gênero no setor, com iniciativas inclusivas e políticas que visem criar um ambiente mais representativo e acolhedor para as mulheres na área de TI”, comenta a gerente de Recursos Humanos da Serasa Experian, Camila Souza.


Um exemplo é o Transforme-se, programa de bolsas de ensino em tecnologia e dados 100% gratuitas, desenvolvido pela Serasa Experian, e que já vem dando resultados. Uma pesquisa feita com 60 alunas de um curso exclusivo para mulheres realizado em 2022 revelou que, um ano após a conclusão, 71% das participantes foram impactadas por alguma transformação social, sendo que 59% das respondentes conseguiram aumentar a renda. Outros dados que chamaram a atenção foram os de que 29% conseguiram um emprego e 21% migraram para a área de tecnologia. Confira: 


História de mudança 


Rosemeire Oliveira, de 37 anos, participou do programa Transforme-se em 2022 com o objetivo de migrar para a área de tecnologia. Anteriormente ela atuava na área acadêmica como pesquisadora e professora, mas, devido às dificuldades no cenário de pesquisa no país, decidiu mudar de carreira. Durante seu doutorado, ela se apaixonou pela análise de dados, o que a motivou a buscar essa transição.


"Uma amiga sabia dessa minha vontade e me indicou o Transforme-se. Fiz a inscrição, passei na seleção, iniciei o curso e fui me apaixonando ainda mais pela área de tecnologia, além de criar um forte vínculo com as outras participantes. Para mim, foi uma experiência incrível, algo que eu nunca tinha vivido antes", conta Rosemeire.


Algum tempo após concluir o curso, que envolvia aulas de informática e programação, surgiu uma oportunidade de trabalho na Serasa Experian para a vaga de Analista de Infraestrutura Jr. Ela se candidatou e foi aprovada. "Durante o curso, tivemos o Serasa Day, onde colaboradores da Serasa Experian compartilhavam como era o dia a dia do trabalho. Foi aí que percebi que queria trabalhar com TI e na Serasa Experian." Hoje, Rosemeire ocupa o cargo de Engenheira de Dados e dá um conselho para quem deseja mudar de área: “vai com medo, com frio na barriga, mas vai atrás do seu sonho”.


Com mais de 4,6 mil funcionários no Brasil, a Serasa Experian é reconhecida como um excelente lugar para se trabalhar. Em 2022, recebeu o prêmio de “Melhor Empresa para se Estagiar”. Em 2024, ficou entre as “Melhores Empresas para o Talento Feminino” da plataforma FirstJob e, pelo quarto ano consecutivo, a companhia foi certificada no “Great Place to Work”, incluindo na categoria de Tecnologia da Informação e GPTW Global. A datatech também é uma “Top Employer” segundo a Employers for Youth (EFY), além de ser uma das “Melhores Empresas para Jovens Profissionais” e “Melhores Empresas para Jovens Profissionais Mulheres”, da mesma premiação.

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