Goiás registra mais de 9 mil mortes em 2025 por infarto, insuficiência cardíaca e AVC

Silenciosa, comum e muitas vezes negligenciada, a hipertensão arterial segue como um dos principais gatilhos para duas das doenças que mais matam no país: infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Só em 2025, o Brasil registrou 177.810 mortes por infarto e 104.363 mil por AVC, segundo levantamento da Organização Nacional de Acreditação (ONA), com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde (DATASUS). Os dados incluem diferentes tipos de eventos cardiovasculares e reforçam o tamanho do problema: foram ainda 64.133 óbitos por insuficiência cardíaca. Para 2026, os números ainda estão em consolidação, mas já indicam a continuidade do cenário preocupante. Total de 346.306 óbitos por infarto, AVC e insuficiência cardíaca. Em Goiás, foram registrados 4.678 óbitos por infarto; 2.728 por AVC e 1.717 por insuficiência cardíaca, totalizando 9.123 mortes. Uma doença silenciosa e perigosa A hipertensão é considerada uma doença silenciosa justamente porque, na ma...

Genial/Quaest: Lula lidera todos os cenários de 1º turno e empataria no limite da margem de erro com Tarcísio em eventual 2º turno

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira _ e que a partir desta rodada passa a ser mensal _ mostra que, em eventual segundo turno, Lula venceria todos os adversários. O governador de São Paulo Tarcísio Freitas oscilou negativamente em relação à pesquisa anterior, e aparece empatado com o presidente no limite da margem de erro.



Confira o resultado completo aqui.


Candidaturas – A maioria continua contra a candidatura do presidente à reeleição, mas o percentual é menor em relação a maio (66% para 58%). Já entre aqueles que acham que Lula deveria se candidatar, houve aumento de 32% para 38% dos entrevistados. A oscilação favorável a Lula se deu entre eleitores de todos os posicionamentos políticos, exceto entre aquele que se declaram bolsonaristas.


Para 62%, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está inelegível, deveria abrir mão da candidatura e apoiar outro nome (na pesquisa anterior eram 65%), enquanto 28% dizem que ele deveria manter-se candidato, apesar da inelegibilidade (contra 26% em maio). Se Bolsonaro pudesse concorrer, a distância numérica entre ele e Lula oscilou a favor do atual presidente, em relação à pesquisa anterior: onde antes haveria um empate numérico (41%), há agora uma diferença de 6 pontos percentuais (43% para Lula e 37% para Bolsonaro).


Quando a pergunta é sobre o maior medo do entrevistado, a volta de Bolsonaro é apontada por 44%, e a reeleição de Lula é motivo de medo 41%. São 7% os que disseram ter medo dos dois.   


Candidato da direita – Se Bolsonaro ficar fora da corrida eleitoral, Tarcísio de Freitas deveria ser o candidato da direita, com 15% de preferência (eram 17% em maio), seguido por Michelle, com 16% (contra 13% em maio). Ratinho oscilou 2 pontos para baixo e aparece com 9% das preferências. Para 19% nenhum desses nomes deveria ser o candidato da direita e 17% não souberam, ou não opinaram.


Primeiro turno – Na pesquisa espontânea, Lula é citado por 15% dos entrevistados contra 11% em maio, com oscilação positiva de 4 pontos percentuais. O índice de indecisos caiu para 68%, contra 75% na última pesquisa.       


Na estimulada, Lula venceria os adversários em todos os cenários de primeiro turno. O presidente teria 32% contra 26% de Bolsonaro, 30% contra 19% de Michelle, 32% contra 15% de Tarcísio e 31% contra 15% de Eduardo.


Segundo Turno- Para um eventual segundo turno, a pesquisa traçou oito cenários. Além de Bolsonaro, Michelle, Tarcísio e Ratinho, a lista inclui o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), e os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) e de Goiás, Ronaldo Caiado(União Brasil). Lula teria vantagem de 6 pontos percentuais sobre Jair Bolsonaro, que está inelegível (43% a 37%), 5 pontos contra Ratinho Jr (41% a 36%) e sobre Eduardo Leite (41% a 36%), contra Tarcísio haveria um empate no limite da margem de erro de 4 pontos (de 41% a 37%), 7 pontos de vantagem contra Michelle (43% a 36%), de 9 contra Zema e contra Caiado, e 10 pontos sobre Eduardo Bolsonaro. O percentual dos que disseram que votariam em branco, nulo ou não irão votar é de 18%.


A pesquisa foi realizada entre os dias 10/7 e 14/7 e ouviu 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais, através de entrevistas presenciais aplicadas por meio de questionários estruturados.  

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