Goiás registra mais de 9 mil mortes em 2025 por infarto, insuficiência cardíaca e AVC

Silenciosa, comum e muitas vezes negligenciada, a hipertensão arterial segue como um dos principais gatilhos para duas das doenças que mais matam no país: infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Só em 2025, o Brasil registrou 177.810 mortes por infarto e 104.363 mil por AVC, segundo levantamento da Organização Nacional de Acreditação (ONA), com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde (DATASUS). Os dados incluem diferentes tipos de eventos cardiovasculares e reforçam o tamanho do problema: foram ainda 64.133 óbitos por insuficiência cardíaca. Para 2026, os números ainda estão em consolidação, mas já indicam a continuidade do cenário preocupante. Total de 346.306 óbitos por infarto, AVC e insuficiência cardíaca. Em Goiás, foram registrados 4.678 óbitos por infarto; 2.728 por AVC e 1.717 por insuficiência cardíaca, totalizando 9.123 mortes. Uma doença silenciosa e perigosa A hipertensão é considerada uma doença silenciosa justamente porque, na ma...

"Dar comida para os moradores de rua, faz com que outras pessoas venham para a cidade”, diz dono da Havan

(F: Divulgação Havan)
A insensibilidade da extrema direita contra pessoas mais pobres é explícita e compartilhada pelo bolsonarismo. Por trás de discursos supostamente cristãos, estão pessoas que não se importam com o infortúnio de mulheres, crianças, idosos, que vivem em situação de rua em todo o país. Nem aí com seu semelhante - que Cristo essas pessoas conhecem?

Além de não se preocuparem, ficam orgulhosos de mostrar seu preconceito nada humano, nada cristão. A assessoria de comunicação do dono da Havan, Luciano Hang, divulgou dias atrás o resultado de uma reunião realizada na quarta-feira (21) na Associação Empresarial de Brusque/SC (Acibr) sobre o tema.

"Foi muito, muito proveitosa essa reunião. Toda a sociedade civil e organizada, o poder público e o povo querem uma solução. Os moradores de rua estão se avolumando. No último ano cresceu 25%, nos últimos 10 anos multiplicou por 14 e chegamos a 130 moradores de rua aqui em Brusque. Segundo o secretário, agora, estamos com 62. Mas nós precisamos tomar decisões”, afirmou Hang.

Mas não foi só isso. O empresário, assim como aconteceu recentemente em Goiânia, na gestão do prefeito Sandro Mabel (União Brasil), quer proibir a população de ajudar as pessoas em situação de rua. 

"Eu peço para a população: não dê esmola. A esmola faz com que as pessoas venham para a nossa cidade. Brusque é uma cidade rica e todo mundo é muito bondoso e quer ajudar, mas o fato de você dar esmola, dar comida para os moradores, faz com que outras pessoas venham para a cidade", alertou o empresário humanitário. "Daqui a pouco, se nós não cuidarmos, vamos ter 200, 300, 400 pessoas na cidade”, diz o "dono" de Brusque.

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