Goiás tem mais de 361 mil famílias atendidas pelo Gás do Povo em abril

F: Helano Stuckert/MDS Goiás tem, em abril, 361.086 famílias atendidas pelo programa Gás do Povo do Governo do Brasil. Do total, 347.461 famílias, ou 96,2% dos lares contemplados, têm mulheres como responsáveis familiares. Ao todo, mais de 1,1 milhão de pessoas serão beneficiadas pelo programa no estado neste mês, fruto de um investimento federal superior a R$ 35,8 milhões.   Goiânia é o município goiano com mais famílias beneficiadas pelo Gás do Povo em abril: 56.061, a partir de um investimento de mais de R$ 5,5 milhões do Governo do Brasil. Em seguida, aparecem os municípios de Águas Lindas de Goiás (19.687 famílias e R$ 1,9 milhão), Aparecida de Goiânia (18.330 e R$ 1,8 milhão), Luziânia (16.573 e R$ 1,6 milhão) e Valparaíso de Goiás (9.816 e R$ 975,3 mil).   PRIORIDADE ÀS MULHERES  — O perfil das famílias atendidas pelo programa chama atenção: em abril, 96,1% dos lares têm mulheres como responsáveis familiares. Com isso, o Gás do Povo reforça seu papel na proteção so...

Abaixo-assinado engaja 20 mil assinaturas para que Fifa crie punição contra manifestações racistas e LGBTfóbicas

Em apenas três dias, um
 abaixo-assinado engajou mais de 20,4 mil apoiadores pedindo que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) crie um modelo de punição institucionalizada contra clubes e torcidas que pratiquem manifestações racistas e LGBTfóbicas. 

A petição online foi aberta por um usuário da plataforma Change.org e segue em acentuado crescimento. “Não há mais espaço para preconceito, não somente no esporte, mas em nenhum lugar. Chegou a hora de isso mudar”, protesta o criador do abaixo-assinado.  
 
Confira o texto na íntegra: http://change.org/FutebolAntiRacista 

A proposta apresentada na petição inclui a perda de pontos nos campeonatos para os times de futebol que tenham torcidas cometendo os atos, bem como identificação dos torcedores agressores, com banimento dos estádios e prisão, segundo a legislação de seus países. O manifesto reivindica, ainda, que a norma seja acatada pelas confederações e ligas.

“O maior jogador de futebol, o maior jogador de basquete, o maior boxeador, a maior ginasta, o maior corredor da história, todos eram negros”, destaca o autor da petição. “Vamos juntos lutar pelo esporte como ele tem que ser: sem preconceitos, promovendo união e entretenimento saudável”, acrescenta o peticionário, chamando todos a se unirem à causa. 

O abaixo-assinado ainda lembra dos coros homofóbicos da torcida do Corinthians contra o São Paulo, em partida pelo Campeonato Brasileiro no dia 14. O criador da petição comenta que as agressões racistas contra Vini Jr são recorrentes e pede que brasileiros, estrangeiros, artistas, atletas e ex-atletas assinem para demonstrar que ele não está sozinho. 

O caso
Em disputa contra o Valência, neste domingo (21), o jogador brasileiro Vini Jr, atacante do clube espanhol Real Madrid, foi, novamente, alvo de ataques racistas da torcida rival. 

A partida acontecia no estádio Mestalla quando gritos de “mono” - macaco em espanhol - foram desferidos contra o jogador. Desde então, o caso ganhou repercussão no mundo inteiro e um forte movimento se formou para pressionar que o clube e os torcedores sejam punidos.  

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