“Estamos falando de tirar milhões de brasileiros da exaustão”, diz Guilherme Boulos sobre a importância do fim da escala 6x1

(F: Diego Campos/Secom/PR) O fim da escala 6x1 foi amplamente defendido pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, durante entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro” nesta terça-feira (30). Segundo ele, não existem justificativas para o tema não avançar. “Uma pauta aprovada por mais de 70% da população brasileira está parada numa gaveta. O trabalhador brasileiro não pode ficar refém disso”, ressaltou. “Nós estamos falando de dar tempo de descanso para as pessoas, nós estamos falando de tirar milhões de brasileiros da exaustão, de garantir que possam ter mais tempo com a sua família. Não foi por acaso que essa pauta ganhou força, não foi por acaso que ela tomou as redes sociais, tomou as ruas e tomou o boca a boca ali na conversa das pessoas no dia a dia. É porque é uma pauta que significa um grito de liberdade para o trabalhador brasileiro”, destacou o ministro. No dia 13 de abril, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma mensagem preside...

Abaixo-assinado engaja 20 mil assinaturas para que Fifa crie punição contra manifestações racistas e LGBTfóbicas

Em apenas três dias, um
 abaixo-assinado engajou mais de 20,4 mil apoiadores pedindo que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) crie um modelo de punição institucionalizada contra clubes e torcidas que pratiquem manifestações racistas e LGBTfóbicas. 

A petição online foi aberta por um usuário da plataforma Change.org e segue em acentuado crescimento. “Não há mais espaço para preconceito, não somente no esporte, mas em nenhum lugar. Chegou a hora de isso mudar”, protesta o criador do abaixo-assinado.  
 
Confira o texto na íntegra: http://change.org/FutebolAntiRacista 

A proposta apresentada na petição inclui a perda de pontos nos campeonatos para os times de futebol que tenham torcidas cometendo os atos, bem como identificação dos torcedores agressores, com banimento dos estádios e prisão, segundo a legislação de seus países. O manifesto reivindica, ainda, que a norma seja acatada pelas confederações e ligas.

“O maior jogador de futebol, o maior jogador de basquete, o maior boxeador, a maior ginasta, o maior corredor da história, todos eram negros”, destaca o autor da petição. “Vamos juntos lutar pelo esporte como ele tem que ser: sem preconceitos, promovendo união e entretenimento saudável”, acrescenta o peticionário, chamando todos a se unirem à causa. 

O abaixo-assinado ainda lembra dos coros homofóbicos da torcida do Corinthians contra o São Paulo, em partida pelo Campeonato Brasileiro no dia 14. O criador da petição comenta que as agressões racistas contra Vini Jr são recorrentes e pede que brasileiros, estrangeiros, artistas, atletas e ex-atletas assinem para demonstrar que ele não está sozinho. 

O caso
Em disputa contra o Valência, neste domingo (21), o jogador brasileiro Vini Jr, atacante do clube espanhol Real Madrid, foi, novamente, alvo de ataques racistas da torcida rival. 

A partida acontecia no estádio Mestalla quando gritos de “mono” - macaco em espanhol - foram desferidos contra o jogador. Desde então, o caso ganhou repercussão no mundo inteiro e um forte movimento se formou para pressionar que o clube e os torcedores sejam punidos.  

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