Goiás registra mais de 9 mil mortes em 2025 por infarto, insuficiência cardíaca e AVC

Silenciosa, comum e muitas vezes negligenciada, a hipertensão arterial segue como um dos principais gatilhos para duas das doenças que mais matam no país: infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Só em 2025, o Brasil registrou 177.810 mortes por infarto e 104.363 mil por AVC, segundo levantamento da Organização Nacional de Acreditação (ONA), com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde (DATASUS). Os dados incluem diferentes tipos de eventos cardiovasculares e reforçam o tamanho do problema: foram ainda 64.133 óbitos por insuficiência cardíaca. Para 2026, os números ainda estão em consolidação, mas já indicam a continuidade do cenário preocupante. Total de 346.306 óbitos por infarto, AVC e insuficiência cardíaca. Em Goiás, foram registrados 4.678 óbitos por infarto; 2.728 por AVC e 1.717 por insuficiência cardíaca, totalizando 9.123 mortes. Uma doença silenciosa e perigosa A hipertensão é considerada uma doença silenciosa justamente porque, na ma...

Pets veganos? Especialista alerta para cuidados essenciais

F: Istock
O veganismo tem ganhado espaço entre os humanos, sendo adotado por motivos éticos, ambientais e de saúde. Essa escolha envolve a exclusão total de produtos de origem animal na dieta. E, com o crescimento desse estilo de vida, alguns tutores passaram a refletir sobre a alimentação dos seus pets.

“Essa filosofia preza pelo não sofrimento animal em diversos aspectos, como na alimentação, no uso de couro e no trabalho em carroças. Dito isso, não temos animais veganos, mas é possível eles serem vegetarianos, desde que recebam suplementação adequada. Privar algumas espécies de suas necessidades fisiológicas causa sofrimento e vai contra os princípios do próprio veganismo”, esclarece Matheus Wagner, coordenador do curso de Medicina Veterinária da UNINASSAU Fortaleza.

Algumas pessoas escolhem esse tipo de dieta para os animais por motivos ideológicos, mas é importante lembrar que cada espécie tem necessidades nutricionais próprias e elas precisam ser levadas em consideração. “Uma mudança deste porte requer muito planejamento e acompanhamento por um veterinário nutricionista para todos os componentes essenciais serem sumplementados, principalmente as vitaminas do complexo B”, pontua.

Todos os nutrientes necessários devem estar incluídos na dieta para preservar a saúde e o bem-estar dos pets. “Cães e gatos se classificam como carnívoros. Ou seja, eles precisam receber alguns nutrientes encontrados apenas em quantidade suficiente na proteína animal. E ela tende a vir da carne, pois possui todos os aminoácidos que precisam”, declara Matheus.

A transição para uma alimentação vegana, assim como com as rações industrializadas, deve ser feita de forma gradual e segura. Alterações rápidas na dieta podem prejudicar a flora intestinal e causar diarreia. Por isso, o acompanhamento contínuo de um médico-veterinário é indispensável.

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