Goiás registra mais de 9 mil mortes em 2025 por infarto, insuficiência cardíaca e AVC

Silenciosa, comum e muitas vezes negligenciada, a hipertensão arterial segue como um dos principais gatilhos para duas das doenças que mais matam no país: infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Só em 2025, o Brasil registrou 177.810 mortes por infarto e 104.363 mil por AVC, segundo levantamento da Organização Nacional de Acreditação (ONA), com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde (DATASUS). Os dados incluem diferentes tipos de eventos cardiovasculares e reforçam o tamanho do problema: foram ainda 64.133 óbitos por insuficiência cardíaca. Para 2026, os números ainda estão em consolidação, mas já indicam a continuidade do cenário preocupante. Total de 346.306 óbitos por infarto, AVC e insuficiência cardíaca. Em Goiás, foram registrados 4.678 óbitos por infarto; 2.728 por AVC e 1.717 por insuficiência cardíaca, totalizando 9.123 mortes. Uma doença silenciosa e perigosa A hipertensão é considerada uma doença silenciosa justamente porque, na ma...

Genial/Quaest: Avaliação de Lula é a melhor desde janeiro e aprovação empata com reprovação: 48% a 49%

A 18ª rodada da pesquisa Genial/Quaest de avaliação do governo Lula mostra empate técnico entre aprovação (48%) e desaprovação (49%), retomando o patamar de janeiro. A aprovação de Lula registra recuperação progressiva desde maio. Os grupos que se destacam no desempenho positivo do presidente são os eleitores que dizem não ter posicionamento político, as mulheres e os adultos entre 35 e 59 anos. A avaliação geral do governo também vem se recuperando desde maio, e mostra distância menor entre os que avaliam negativamente a gestão atual (37%, contra 38% em setembro) e os que têm avaliação positiva (33%, contra 31% na pesquisa anterior).

Entre as mulheres, a aprovação do governo Lula subiu de 48% para 52% e a desaprovação recuou de 48% para 45%. No grupo de 35 a 59 anos, a aprovação, de 51%, superou a desaprovação, de 46%. E na avaliação por posicionamento político, os que se dizem sem posição reduziram a desaprovação e levaram a um empate técnico: 48% de desaprovação (50% em setembro) e 46% de aprovação (mesmo índice do mês anterior).


Esse mesmo grupo destaca-se na avaliação comparativa do governo. Entre setembro e outubro, recuou de 51% para 42% o percentual dos que consideram o governo Lula pior do que o esperado, e avançou de 14% para 20% o índice dos que o consideram melhor.


Veja o levantamento completo aqui.


Notícias – Desde maio, subiu de 19% para 30% o percentual de entrevistados que dizem ter visto mais notícias positivas do que negativas sobre o governo. 46% dos entrevistados dizem ter visto mais notícias negativas do que positivas e 20% dizem que não têm visto notícias.


Três notícias que se destacaram desde a última pesquisa foram submetidas aos entrevistados: o encontro entre Lula e Trump durante a assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU), o discurso do presidente brasileiro na mesma ocasião e a reforma do Imposto de Renda, com isenção para os que ganham até 5 salários mínimos e taxação de 10% sobre os ganhos superiores a R$ 600 mil por ano.


Imposto de Renda – A reforma do IR foi a notícia sobre a qual mais entrevistados tiveram conhecimento: 68%, contra 32%. A maioria aprova. São 79% a favor da isenção de imposto para quem ganha até R$ 5 mil e 17% contra. A taxação dos mais ricos tem a concordância de 64% e a discordância de 29%. Para 49% as mudanças vão trazer uma pequena melhora em suas finanças, e para 41% uma melhora importante. 10% não sabem, ou não responderam. Entre lulistas e esquerda não lulista, prevalece a opinião de que a melhora será importante. Nos demais grupos, é significativo o percentual dos que esperam uma melhora importante: 36% entre os sem posição política, 34% na direita bolsonarista e 36% entre os bolsonaristas.


Trump – O encontro entre o presidente Donald Trump e o presidente Lula foi de conhecimento de 57% dos entrevistados, contra 43% que desconheciam. 

Para 49%, Lula saiu politicamente mais forte do encontro com o presidente dos EUA, enquanto 27% dizem que o presidente brasileiro saiu mais fraco, 10% que não saiu nem forte nem fraco e 14% não souberam, ou não responderam. Na divisão por posição política, 44% dos que se dizem sem posicionamento acreditam que Lula se fortaleceu, 25% que ficou mais fraco, 20% não sabem ou não responderam e 11% que não houve mudança.


Lula na ONU – O discurso do presidente na assembleia da ONU foi ignorado por 56% dos entrevistados e conhecido por 44%. Entre esses, 52% dizem que a fala de Lula foi boa, 34% que foi ruim, 6% que não foi boa nem ruim e 8% não sabem ou não responderam. Também sobre esse tema destaca-se a avaliação positiva (49%) dos que se dizem sem posição política, contra 25% que consideraram ruim o discurso.


PEC da Blindagem – A pesquisa traz um bloco sobre a PEC da Blindagem, mostrando que o tema foi ignorado pela maior parte dos entrevistados. 54% não souberam da votação, 60% ignoraram a aprovação na Câmara e 62% passaram ao largo da rejeição do texto no Senado. Para 39% o governo saiu mais forte das manifestações e para 30%, mais fraco, enquanto 22% não sabem ou não responderam.


Economia – As avaliações sobre a situação econômica variaram pouco em relação à pesquisa anterior, e não foram determinantes para o resultado. A expectativa para os próximos 12 meses variou positivamente – 43% esperam que a situação melhore, contra 40% em setembro, e 35% esperam que piore (contra 37%). A avaliação sobre a direção do Brasil continua negativa. Para 56% a direção está errada e para 36%, correta.


A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 5 de outubro. Foram 2.004 entrevistas presenciais com brasileiros de 16 anos ou mais. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais. As margens por grupo sociodemográfico estão informadas na página 2 do relatório.

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