Goiás registra mais de 9 mil mortes em 2025 por infarto, insuficiência cardíaca e AVC

Silenciosa, comum e muitas vezes negligenciada, a hipertensão arterial segue como um dos principais gatilhos para duas das doenças que mais matam no país: infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Só em 2025, o Brasil registrou 177.810 mortes por infarto e 104.363 mil por AVC, segundo levantamento da Organização Nacional de Acreditação (ONA), com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde (DATASUS). Os dados incluem diferentes tipos de eventos cardiovasculares e reforçam o tamanho do problema: foram ainda 64.133 óbitos por insuficiência cardíaca. Para 2026, os números ainda estão em consolidação, mas já indicam a continuidade do cenário preocupante. Total de 346.306 óbitos por infarto, AVC e insuficiência cardíaca. Em Goiás, foram registrados 4.678 óbitos por infarto; 2.728 por AVC e 1.717 por insuficiência cardíaca, totalizando 9.123 mortes. Uma doença silenciosa e perigosa A hipertensão é considerada uma doença silenciosa justamente porque, na ma...

Centro-Oeste recebe iniciativa para fortalecer economia e serviços públicos em 20 municípios

Poose beneficiada (Foto: Google)
Conhecida pela sua rica produção de commodities, a Região Centro-Oeste terá três áreas imediatas priorizadas pelo Programa Cidades Intermediadoras, comandado pela Secretaria Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial (SDR).

Com exceção do Distrito Federal, que já é contemplado pelo RIDE (Região Integrada de Desenvolvimento Econômico), todos os demais estados farão parte do programa que visa diminuir a desigualdade entre os municípios de uma mesma região.

“Pensar a diversificação produtiva nessas regiões imediatas, nas cidades intermediadoras, é o foco do programa. É importante considerar que, pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional, o Centro-Oeste é considerado também uma região priorizada”, comenta a secretária da SDR, Adriana Melo.

O programa, lançado em dezembro de 2024, tem o intuito de diminuir a pressão nas metrópoles e capitais brasileiras, promovendo a ativação em rede das cidades que se conectam no território, como intermediadoras de bens e serviços públicos. “Entendemos que planejar o território significa pensar nas cidades enquanto núcleos estratégicos para o aumento da capacidade produtiva, oferta de serviços de maior qualidade, retenção de capital humano e promoção do desenvolvimento nas áreas de sua influência”, argumenta a secretária Adriana.

No contexto do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), o programa irá estabelecer vetores de desenvolvimento em nível sub-regional. Com isso, ampliará o acesso a oportunidades de trabalho e renda e difundirá bens e serviços públicos. Além disso, aprimorará infraestruturas econômicas e urbanas por meio da articulação de políticas setoriais federais, coordenadas pela União e demais entes federativos.

“Se tratando do programa, especialmente no Centro Oeste, em Goiás, nós temos a região imediata de Posse e Campos Belos, com 14 municípios integrantes; No Mato Grosso a região imediata de Cáceres, que é uma região de fronteira, e no Mato Grosso do Sul a região imediata de Corumbá, composta por dois municípios”, explica a titular da SDR. “As Cidades Intermediadoras no Centro-Oeste vêm fortalecer centralidades para além das capitais, que consigam levar o desenvolvimento para outras porções do território”, completou.

Conforme salienta a secretária, é importante considerar que, pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional, o Centro-Oeste é considerado também uma região priorizada, e já existem ações, por parte da pasta, que trabalham com processos de agregação de valor, principalmente em áreas onde a produção de commodities é mais forte. “A proposta é trabalhar, também iniciativas que fortaleçam as capacidades dos municípios, melhore o ambiente de negócios e impulsione uma gestão associada à prestação de serviços à população. Com isso, as pessoas terão outras centralidades mais próximas também ao seu local de moradia e de trabalho”, pontua Adriana Melo.

Ao todo, 20 municípios serão beneficiados com a iniciativa:

Goiás
(14 municípios)
Alvorada do Norte, Buritinópolis, Campos Belos, Damianópolis, Divinópolis de Goiás, Guarani de Goiás, Iaciara, Mambaí, Monte Alegre de Goiás, Nova Roma, Posse, São Domingos, Simolândia e Sítio d'Abadia
Mato Grosso
(5 municípios)
Cáceres, Curvelândia, Lambari D'Oeste, Rio Branco e Salto do Céu
Mato Grosso do Sul
(2 municípios)
Corumbá e Ladário

Antes de tirar o projeto do papel, foram realizados estudos, análises e ajustes dos elementos necessários para a sua composição, além do estabelecimento de critérios para escolha das Cidades Intermediadoras.

O programa vai aumentar as oportunidades de trabalho e renda, melhorar o acesso a serviços públicos e fortalecer a infraestrutura econômica e urbana. Para isso, será feita uma coordenação entre políticas federais e ações dos estados e municípios.

A iniciativa também busca implementar a Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), promovendo redes de cidades conectadas, o que pode aliviar a pressão sobre os grandes centros urbanos.

Fonte: MIDR

Fonte: Brasil 61

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