Goiás registra mais de 9 mil mortes em 2025 por infarto, insuficiência cardíaca e AVC

Silenciosa, comum e muitas vezes negligenciada, a hipertensão arterial segue como um dos principais gatilhos para duas das doenças que mais matam no país: infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Só em 2025, o Brasil registrou 177.810 mortes por infarto e 104.363 mil por AVC, segundo levantamento da Organização Nacional de Acreditação (ONA), com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde (DATASUS). Os dados incluem diferentes tipos de eventos cardiovasculares e reforçam o tamanho do problema: foram ainda 64.133 óbitos por insuficiência cardíaca. Para 2026, os números ainda estão em consolidação, mas já indicam a continuidade do cenário preocupante. Total de 346.306 óbitos por infarto, AVC e insuficiência cardíaca. Em Goiás, foram registrados 4.678 óbitos por infarto; 2.728 por AVC e 1.717 por insuficiência cardíaca, totalizando 9.123 mortes. Uma doença silenciosa e perigosa A hipertensão é considerada uma doença silenciosa justamente porque, na ma...

Resenhas literárias colaboram para a remição de pena dos detentos em Senador Canedo

Resumos e ressocialização (F: Polícia Penal)
Detentos da Unidade Prisional Regional (UPR) de Senador Canedo concluíram o resumo de livros literários, nesta terça-feira (11). O programa, que contribui para a remição da pena por meio da leitura, conta com a participação de 100 custodiados. Neste tipo de atividade, após receberem os livros, os detentos têm 15 dias para fazer a leitura e, em seguida, são submetidos à prova. Os textos são enviados a professores responsáveis por fazer a correção dos materiais.

O presídio de Senador Canedo tem histórico na ressocialização de detentos por meio dos estudos. Desde 2005, por exemplo, existe a colaboração entre a gestão do estabelecimento penitenciário e profissionais de educação do município, que possibilita aulas aos presos. Em 2022, houve a ampliação das turmas de detentos que tinham acesso a essas aulas. Além disso, a parceria entre o sistema penitenciário e as instituições de ensino da cidade permite a doação de kits com materiais escolares distribuídos aos detentos no início do ano letivo.

“Nossa gestão busca, com base no acesso à educação, a inclusão dos apenados na sociedade. Além da remição da pena, trata-se de uma garantia ao conhecimento adquirido para toda a vida”, destacou o diretor da UPR, Moisés Santana.

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