Goiás registra mais de 9 mil mortes em 2025 por infarto, insuficiência cardíaca e AVC

Silenciosa, comum e muitas vezes negligenciada, a hipertensão arterial segue como um dos principais gatilhos para duas das doenças que mais matam no país: infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Só em 2025, o Brasil registrou 177.810 mortes por infarto e 104.363 mil por AVC, segundo levantamento da Organização Nacional de Acreditação (ONA), com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde (DATASUS). Os dados incluem diferentes tipos de eventos cardiovasculares e reforçam o tamanho do problema: foram ainda 64.133 óbitos por insuficiência cardíaca. Para 2026, os números ainda estão em consolidação, mas já indicam a continuidade do cenário preocupante. Total de 346.306 óbitos por infarto, AVC e insuficiência cardíaca. Em Goiás, foram registrados 4.678 óbitos por infarto; 2.728 por AVC e 1.717 por insuficiência cardíaca, totalizando 9.123 mortes. Uma doença silenciosa e perigosa A hipertensão é considerada uma doença silenciosa justamente porque, na ma...

Sebrae Goiás abre inscrições para 3º Ciclo do Programa ALI Produtividade

Para as micro e pequenas empresas em Goiás que precisam melhorar a performance e estão com dificuldades de crescimento, o momento é agora. O Sebrae Goiás está com as inscrições abertas para o 3º Ciclo do Programa ALI Produtividade, que faz parte do Brasil Mais Produtivo. A iniciativa visa oferecer soluções tecnológicas e de gestão para as empresas possam melhorar a eficiência dos processos produtivos e reduzir os custos. Nos dois primeiros ciclos, 3s mil empresas participaram do programa no estado e os resultados são promissores. Em média, elas tiveram 28% de aumento de produtividade e 11% de faturamento, já descontada a inflação. Os interessados têm até dia 31 de julho para se inscreverem no link: https://vitrine.sebraego.com.br/brasil-mais/ 

As empresas que aderirem ao programa terão acesso a um diagnóstico de suas atividades, com sugestões de melhorias para cada caso. Eles terão atendimentos especializados com os Agentes Locais de Inovação (ALI) para implementar a mudança necessária, com soluções ágeis, de baixo custo, com redução de desperdícios e treinamentos para capacitar colaboradores. A expectativa, segundo George Gustavo Toledo, gestor estadual do Programa Brasil Mais Produtivo no Sebrae Goiás, em que o ALI Produtividade está inserido, é que 1.500 empresas dos segmentos do comércio, serviços e indústrias se inscrevam para obter os benefícios.

“O atendimento dura ao todo nove meses. Durante seis meses, os empresários terão a oportunidade de ter nove encontros com duas horas de duração, cada um, para investir na adoção de novas tecnologias, inovação e práticas de gestão que visam melhorar a qualidade dos produtos, serviços e aumentar a satisfação do cliente”, explica o gestor estadual do Programa Brasil Mais Produtivo. Três meses depois desse acompanhamento, Gustavo conta que os agentes de inovação se reúnem com os empreendedores para avaliar e consolidar os resultados.

Nos dois ciclos anteriores, os diagnósticos mostraram que as principais dificuldades dos pequenos negócios foram: acesso qualificado às mídias sociais, controle financeiro, planejamento e processos com resultados positivos. Mas gestão de pessoas e inovação também foram temas citados. O gestor estadual do projeto chamou a atenção para a gestão do tempo dos empreendedores que necessitam e querem crescer e fortalecer os negócios. “Ter tempo para pensar em sua empresa deve ser uma prioridade. Para que a metodologia funcione o empresário precisa plantar para colher, planejar, executar e monitorar. Temos exemplos de empresas que tiveram aumento de produtividade em mais de 50% (acima da média de 28%) nos ciclos anteriores e nosso objetivo é poder contar essas histórias de sucesso também nesse ciclo”, garante George.

Metodologia

A metodologia do programa possui dez etapas: sensibilização do empresário; diagnóstico; apresentação dos problemas e possíveis soluções; apresentação de indicadores; processos de inovação; validação do protótipo (plano para mudanças); aplicação dos testes; avaliação dos resultados; encontro coletivo; e, por último, avaliação e consolidação dos resultados. O atendimento dos empreendedores é feito por um bolsista que é agente local de inovação (ALI) e pode ser de forma presencial ou ou-line e conta com alguns encontros coletivos por região.

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