Lula se reúne com os presidentes da Comissão Europeia e do Conselho Europeu

Costa, Lula e Leyen (F: Ricardo Stuckert/PR) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontrou-se na terça-feira (16), em Évian, na França, à margem da reunião do G7, com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa. Trataram de temas da agenda bilateral, em particular das medidas de restrição a produtos brasileiros adotadas recentemente pela parte europeia. Definiram um mecanismo bilateral entre o Itamaraty e funcionários da Comissão, com vistas a identificar as dificuldades, tanto na área de produtos de origem animal quanto nos produtos siderúrgicos. Comprometeram-se a buscar soluções que contemplem as preocupações europeias, seja de ordem sanitária, fitossanitária e de proteção da sua indústria de aço, bem como os legítimos interesses exportadores do Brasil, consubstanciados no acordo Mercosul-União Europeia.

Alimentação em avião presidencial já custou mais de R$3,5 milhões aos cofres públicos

O deputado federal Elias Vaz (PSB-GO) identificou gasto milionário do presidente Jair Bolsonaro com alimentação dentro do avião presidencial. A conta, do início do mandato até agora, chega a R$3.580.320,06. Só de abril a 14 de novembro, o presidente gastou R$1 milhão com comida e bebida durante as viagens de avião. “Esses valores absurdos colocam em xeque a imagem que o presidente quer passar, de um homem simples, que come farofa na rua, que gosta de macarrão instantâneo e leite condensado. A grande verdade é que, enquanto 33 milhões de brasileiros passam fome, Bolsonaro está se refestelando com banquetes no avião. É revoltante”, destaca Elias Vaz.

Segundo a investigação do parlamentar, o contrato da presidência da República com a International Meal Company Alimentação S/A vem sofrendo sucessivas prorrogações e é destinado ao fornecimento refeições prontas (almoço, jantar e café da manhã), bebidas, lanches (salgados e sanduíches), petiscos (castanhas, barras de cereais e frios), frutas, doces e gelo. Os dados são do Portal da Transparência.

“Esse tipo de serviço não é pago com o cartão corporativo, uma vez que a empresa mantém relação contratual por meio de licitação realizada pela presidência. Ou seja, além de gastar milhões todo mês com cartão, Bolsonaro ainda usa mais dinheiro público para bancar luxos no avião presidencial”, explica o deputado. Elias Vaz revelou na semana passada que, só nos meses de agosto, setembro e outubro, em plena campanha eleitoral, as despesas com cartão corporativo da presidência somam R$9,1 milhões.

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